Se existe uma coisa que eu gosto, essa coisa é tecnologia. Facilita nossa vida em vários aspectos. Quando essa tecnologia é voltada para ampliar, ou até mesmo proporcionar habilidades funcionais para pessoas
com deficiência, de maneira a promover autonomia e inclusão, ela é chamada de Tecnologia Assistiva.

De acordo com o recém sancionado Estatuto da Pessoa com Deficiência, a tecnologia assistiva se define como “produtos, equipamentos, dispositivos, recursos, metodologias, estratégias, práticas e serviços
que objetivem promover a funcionalidade, relacionada à atividade e à participação da pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida, visando à sua autonomia, independência, qualidade de vida e inclusão social”.

É um termo relativamente novo, tem uns 20 anos, mas sua prática vem ali casada com a acessibilidade desde sempre. Quando usamos óculos porque não conseguimos diferenciar se aquele ali do outro lado da rua é o primo ou o boy do tinder, estamos fazendo uso de tecnologia assistiva.

Assim como quando ouço o famigerado “presa a cadeira de rodas” eu tenho vontade de matar porque a cadeira não me prende, ela permite que eu vá a lugares, ela me devolve, em parte, a função de andar. É algo
bom, não ruim.

Captura de tela de 2015-07-15 16:44:22

Pensando nos milhares de benefícios que podemos atingir com tecnologia assistiva, o Google, em um de seus desafio de impacto, está doando 20 milhões de dólares para as melhores ideias que busquem melhorar a vida de pessoas com deficiência, usando tecnologia.

Para isso, eles lançaram o Desafio de Impacto: Deficiências.

Com isso, buscam impulsionar que mais ideias apareçam, de todos os lugares do mundo. Hoje já contamos com muitos softwares, impressoras 3D para próteses, mas a gente ia agradecer muito se várias caixolas
passassem a pensar em ideias voltadas para esse fim. E que acaba sendo bom para todo mundo, já que acessibilidade não beneficia só quem tem deficiência.

Quem sabe uma ganhadora não sai daqui?

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