Lugar de Mulher

empoderamento

Amando bem pouquinho, aqui

Esse domingo estreou “Eu que amo tanto”, baseado no livro homônimo, da Marília Gabriela (por sua vez inspirado pelo bestseller de Robin Norwood, “Mulheres que amam demais”). O programa podia ser algo bom. Não foi.

Escolhi Masturbar

Ao longo do tempo a masturbação foi se tornando algo normal e aceitável até mesmo entre grupos religiosos. Quer dizer, a masturbação masculina.

Malévola <3

Então eu finalmente fui assistir Malévola, depois de diversas  pororocas de chorume™ terem se espalhado como a peste internet adentro, com homenzinhos reclamando que era um filme misândrico. Ronc fiu.